Astral da semana: o que podemos ganhar com as perdas momentâneas

Começamos a semana com A Justiça, Arcano VIII, dando as cartas e mostrando as regras do jogo de uma forma firme e clara. Sugiro que você faça o mesmo na sua vida prática. É que, a partir de agora, o balé celeste ordena aberta a temporada de acordos, concessões e composições. Obviamente que você não vai gostar de todas, mas, pense, é melhor um acordo mequetrefe do que uma boa briga. É isso que você deve ter em mente, pelo menos por enquanto. Principalmente, se você atua na área cultural ou mesmo na educação e afins.

Os próximos dias virão crespos, enrugando as conversas e empolando algumas discussões. Pode rolar uma espécie de prepotência de quem reivindica o poder, versus quem reivindica algumas raízes seculares. Por um lado, um belo debate, mas pelo outro, uma briga medíocre e sem sentido.

Aqui talvez você tenha que engolir um pouco desse mingau indigesto, mas pense nas vantagens: um acordo é, na maioria das vezes, mais barato, mais rápido e menos barulhento. Pode ser chato, claro, porque você, em certa medida, sai perdendo um pouco, sim. Mas, olhando o lado B, você também se livra dos pesos e deixa de suportar qualquer tipo de situação que viole o seu sossego.

No fim das contas, você acaba por evitar certas pessoas, ambientes ou comportamentos que, há muito, já não tolera mais. Nesta fase, procure buscar diálogos objetivos e saudáveis, porém, tenha em mente o que é acordo e o que é diálogo. Dessa forma, com as diferenças feitas e postas cada uma em sua prateleira, é chegada a hora do aperto de mãos — simbólico, por favor! Pague e cobre a sua fatura, pondo pedra e cal no assunto e “next”.

Na esfera nacional e mundial, teremos dias quentes e acirrados por debates sobre recursos naturais, tais como petróleo, água e alimentos. Briga entre as balanças comerciais envolvendo alguns países, toma-lá-dá-cá para todos os lados, e óbvio, tudo isso recheado com uma pitada de encrencas, jogo de empurra e bate bocas. Garanto que você não padecerá de tédio.

Aqui, na terra brasilis, os assuntos envolvendo a justiça, o sistema judiciário e os deveres e direitos sociais, estarão em alta. E o astral de descontentamento também. Tudo isso junto e misturado pode causar greves, paralisações ou apenas ameaças, caso alguns acordos não aconteçam.

Como você já pode entender, o período promete, portanto, cuide do seu e procure não se envolver em grandes rebuliços. O ano de 2020, de maneira geral, clama por ações e conquistas bastante objetivas, revelando-se um ano sem glamour ou romantismo. Sei que você está aí pensando que teremos um ano chato e sem graça. Árido e com vista panorâmica para os fundos de um quintal cinza qualquer. Não tiro a sua razão, mas se é assim que, pelo menos, possamos acompanhá-lo e não andar contra ele.

Mais uma “vantagem”: no universo dos amores, o astral também pede entendimentos. Bom para conversar com quem você gosta, falar daquilo que a aborrece, mas também de assumir seus defeitos e mostrar suas dificuldades. Hora de pedir ajuda e também de estender a mão. Você escolheu um par, não um oponente, trate-o como tal.

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Escrito por Barbara Mariah

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